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Luís Fernando Oliveira é Jornalista e Professor nos cursos de:

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Textinho ou textão, o que vale mais?


Se você começou a ler esse texto sei que entende um pouco de comunicação e sabe exatamente o preço do seu tempo. Consegue perceber que para cada ideia há um estilo de conversação. Sabe que algumas mensagens precisam de mais de 140 caracteres para serem transmitidas e que outras apenas uma imagem basta.


O grande segredo é conhecer o seu público, quem será o seu interlocutor. Dados, pesquisas e feeling são importantes aliados para que você crie um bom planejamento e assim trace caminhos assertivos para a sua comunicação. Saber onde ele mora e quais os hábitos de consumo lhe auxiliarão nessa etapa.


Há no mundo moderno um volume incalculável de informações: no creme dental, no shampoo, no saco de pão, na caixa de leite, no posto de combustível, nos outdoors, fachadas, folhetos distribuídos no semáforo, na revista do consultório, na mesa do seu trabalho, nas pesquisas que precisa fazer para o dia... ufa! Tudo precisa ser processado.

Não basta acreditar que as informações das quais você precisa estão à sua espera nos sites de busca. Sola de sapato e um bom papo, embora seja uma expressão antiga, fazem ainda parte do vocabulário da comunicação. Confesse: você nunca pediu uma indicação para alguém sobre alguma coisa ou foi a um lugar só para conhecer melhor antes de comprar algo?


Estamos nos dias das pílulas: para emagrecer, para engordar, para fortalecer, e até a leitura entrou nessa onda. Assim, os canais de comunicação aguçam a sua curiosidade e te remetem a uma outra página, outro link, outro momento, porque lá haverá sim, um textão explicando melhor do que se trata. Somos um povo econômico até nos sentimentos. Usamos muito mais emojis do que palavras. Se estas não forem eficazes, você corre o sério risco de falar sozinho.


Não precisamos saber de tudo, mesmo porque seria impossível, mas é primordial que você entenda do que fala, que faça o que diz e sobretudo, que respeite o espaço construtivo do outro. Bom senso ainda é a palavra chave para muitos anúncios, anunciantes e veículos, publicitários e jornalistas, políticos e empresários, estudantes e profissionais liberais, homens e mulheres.


O que classificará seu texto como grande ou pequeno, não será o acúmulo das palavras, mas o amontoamento de emoções e sentidos. Faça isso com cautela. Leia, ainda que seja para continuar na próxima publicação.













Alex Gonçalves

Jornalista

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