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Luís Fernando Oliveira é Jornalista e Professor nos cursos de:

  • Jornalismo

  • Publicidade e Propaganda

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  • Gestão em Marketing

 

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Porque uma paróquia deve marcar presença na Web?


Porque o paroquiano está online, buscando informação e pesquisando assuntos para ajudar a solucionar problemas. Uma resposta direta e sem rodeios, até porque essa deve ser a postura em tempos digitais, rápida e assertiva.


Vamos, então, ao contexto da resposta acima. A última pesquisa do IBGE (2016) apontava que 116 milhões de brasileiros estavam conectados. Esse número, com certeza, já é bem mais significativo. O IBGE ainda apontou que de 2016 a 2017, a rede ganhou mais de 10 milhões de novos usuários. Dos novos adeptos, chamou a atenção o número de idosos com mais de 60 anos conectados, 23%.


Mas não é só pelo número de usuários conectados que as paróquias deveriam pensar em fincar os pés no universo on-line. Acredito que a vocação da Igreja, desde o princípio, de ir ao encontro e acompanhar o povo de Deus onde quer que ele esteja seja bem mais significativo. A história mostra tal vocação, nas viagens que Jesus e os discípulos faziam. Os apóstolos não pararam, mesmo depois de sua ascensão aos céus. Praticamente todas as cidades daquela região foram visitadas. Paulo costumava dizer que seu trajeto tinha como princípio o ineditismo. Isto é, ele viajava ao encontro das pessoas que ainda não haviam sido visitadas.


Mas porque será que as paróquias não estão on-line, ou seja, não têm sites, devidamente atualizados e com acompanhamento profissional?


Nas pesquisas que fiz, identifiquei três situações que, penso eu, são determinantes para essa ausência:

  • Financeiro – Sim, manter um site não é tão simples. Não é apenas colocar um site no ar. É preciso que o site seja seguro, isto é, criptografado, para que os dados das visitantes sejam protegidos. Além disso, existe a necessidade de que o site seja encontrado pelos motores de busca, e isso requer técnica.

  • Pessoal – Da mesma forma, conseguir profissionais católicos com habilidade para lidar com os meios de comunicação pela internet, talvez, seja ainda mais complexo do que o aspecto financeiro.

  • Conteúdo - O que mantém uma pessoa em um site não é a sua beleza estética, mas o conteúdo. A beleza atrai, mas isso não basta. O que faz um visitante voltar ao site é o conteúdo... O que o mantém fiel ao site é o serviço prestado por aquele site. Encontrar profissionais que lidam tanto com marketing quanto evangelização é ainda mais penoso.

Esses são os motivos mais importantes, identificados, mas existem outros. Tenho certeza, que chegaremos à conclusão da necessidade urgente de ter uma paróquia também on-line. Assim como o templo presencial, o templo virtual também já essencial na vida do cristão católico.


Luís Fernando Ribeiro de Oliveira é professor de Comunicação Social, nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Gestão em Marketing.

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